O uso das chamadas canetas emagrecedoras cresceu rapidamente nos últimos anos, mas, junto com ele, surgiu um problema pouco discutido: o descarte incorreto desses dispositivos.
Essas canetas não são um resíduo comum. Elas são classificadas como resíduos perfurocortantes, contendo agulhas, componentes plásticos e até resíduos de medicamentos ativos.
⚠️ Por que isso é um problema?
Risco de acidentes com trabalhadores da coleta (perfurações com agulhas).
Possibilidade de transmissão de doenças como hepatites e HIV.
Contaminação do solo e da água por substâncias químicas do medicamento.
Dados recentes mostram que toneladas desse material já foram descartadas de forma incorreta, inclusive em resíduos recicláveis.
✅ Como descartar corretamente?
Nunca descartar em resíduos comuns ou recicláveis.
Armazenar em recipiente rígido (ex: garrafa plástica resistente).
Encaminhar para UBS, farmácias ou pontos de coleta específicos.
🧩 Reflexão para o setor ambiental e industrial
Esse cenário reforça a importância de sistemas estruturados de logística reversa e gestão de resíduos perigosos, especialmente para produtos que combinam saúde, tecnologia e consumo em massa.
O desafio não está apenas no uso, mas principalmente no pós-consumo.
Link: Instagram